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sábado, 21 de janeiro de 2012
ELEMENTOS ESSENCIAIS À VIDA CRISTÃ – PARTE II – III
CULTOS: CELEBRAÇÃO COMUNITÁRIA
Hoje, vamos abordar o terceiro elemento essencial à vida cristã que precisamos encontrar, de forma mais intensa nos cultos comunitários, que são as expressões de Louvor.
3º) LOUVOR – Usaremos o termo louvor em dois sentidos: primeiro, como na forma dicionarizada já apresentada (Louvor é elogio, exaltação, glorificação, aplauso e aprovação); e, segundo, como na forma usual em voga em nossos dias (conjunto de cânticos voltados para exaltação e glorificação do nome de Deus).
Na primeira acepção, cabem todas as formas possíveis de demonstração de nosso reconhecimento de quem Deus é em nossas vidas, famílias e IBP. Dizer que precisamos viver uma vida de contínuo louvor, ter o louvor como estilo de vida, equivale a dizer que, numa expressão verdadeira de relacionamento com Deus, nosso andar, nosso falar, nossa expressão facial, nosso sorrir, nosso trabalhar, nosso ir e vir demonstram o verdadeiro sentimento de regozijo espiritual por sermos família de Deus, povo santo (1Pe 2.9). Como cristãos precisamos ter um sentimento de profunda alegria por pertencer a Deus e tê-lo como Pai. Isso deve levar-nos a demonstrações efusivas do que Deus representa para nós, exaltando o seu nome e glorificando a Jesus através de nossas vidas.
Na segunda, reconheceremos que os cânticos espirituais, apesar de não ser a melhor forma de condução de nossos sentimentos a Deus, são altamente producentes, pois conjugam culto ao bem estar pessoal do adorador. E nisto, constituem-se na forma mais eficiente. Afirmamos não ser a melhor forma de condução de nossos sentimentos sobre e para Deus, pois a melhor forma é a vida. De nada adiantam lábios que cantam se as vidas são reprováveis (Is 29.13). Precisamos aliar a beleza e plasticidade dos cânticos espirituais, com letras que retratem uma teologia bíblica correta e vidas que testifiquem do poder de Deus.
Assim sendo, a IBP trabalhará através deste ministério a qualidade de vida dos seus membros, mas, também, primará por oferecer “Encontros de Celebração” em que os cânticos espirituais sejam alegres; com letras biblicamente aprovadas, contribuindo assim para a dinâmica e riqueza do Culto Comunitário; com ministros que sejam comprometidos com Deus, visualizando não somente a parte técnica, mas, acima de tudo, uma vida espiritual sadia.
Cada “Encontro de Celebração” deve dar oportunidade aos discípulos de porem em prática o seu desejo ardente de louvar a Deus e fazê-lo na expressão comunitária do culto, onde nossas vozes se unem num coro de fé, esperança e amor.
Que o louvor a Deus por tudo o que tem feito em nós e por meio de nós seja a marca da IBP. Vamos estar empenhados em fazer de nossos Encontros de Celebração, lugar e momento de louvor alegre,dinâmico e verdadeiro. Ah, você já declarou para o Pai, hoje: “Pai, eu pertenço a Ti!” Não?! Então o faça agora!
ELEMENTOS ESSENCIAIS À VIDA CRISTÃ – PARTE II – I
CULTOS: CELEBRAÇÃO COMUNITÁRIA
Nos últimos cinco boletins dominicais abordamos o que chamamos de “elementos essenciais à vida cristã”, que entendemos deveriam ser aplicados e constar do funcionamento dos Pequenos Grupos que estamos implantando, a saber: Comunhão, Evangelização, Integração e Confraternização.
Hoje, queremos abordar outros cinco elementos, que também são essenciais à vida cristã, mas que precisam se expressar, de forma mais intensa nos cultos comunitários. Estes são: Adoração, Contribuição, Louvor, Missões e Celebração. Estes elementos serão oferecidos nos cultos comunitários.
O Culto Comunitário é de vital importância para a vida do crente. Queremos valorizar os PGs, mas, com isso, não estamos desvalorizando nem queremos descaracterizar o Culto Comunitário. O Culto Comunitário, que agora chamamos de “Encontros de Celebração”, é indispensável à vida cristã, pois nele prestamos verdadeiro culto a Deus que é expressão de fé grupal. As partes integrantes do culto devem contribuir para a adoração coletiva. Cada crente deve se sentir parte de um todo; parte que soma e agrega valores ao corpo.
Como funcionarão, então, os Cultos Comunitários, nesta nova era dos PGs em nossa querida IBP? Os Cultos Comunitários oferecerão os aspectos já citados, visando à complementação dos elementos que favorecem a vida cristã. Aquilo que os PGs não oferecem, o discípulo deve ansiar por ter, freqüentando assiduamente os “Encontros de Celebração’. Vamos analisar estes cinco novos elementos em separado.
1º) ADORAÇÃO – O que é adoração? Qual a diferença entre louvor e adoração? Sob o ponto de vista dicionarístico, a diferença entre louvor e adoração é: Louvor é elogio, exaltação, glorificação, aplauso e aprovação. Já adoração é amor extremo, excessivo; é render culto a Deus. Pela Bíblia aprendemos que se louva fisicamente (cf. Sl 145.21) e adora-se espiritualmente (cf. Jo 4.23,24).
A adoração é um conjunto de atos religiosos que se faz voltados para exaltar o Deus de nossa fé. É por isso que os responsáveis por preparar a liturgia de culto (geralmente os Ministros de Culto ou Ministros de Música) devem se preocupar em construir uma Ordem de Culto bastante balanceada que inclua os diversos aspectos da expressão de fé cristã.
Oração, Ministração da Palavra, Cânticos Espirituais, Ofertório, Testemunhos, Serviço Cristão, tudo isto está incluso naquilo que chamamos de adoração, pois deve ser feito para reconhecimento do valor da divindade em nós e do culto que a ela queremos prestar. Todo nosso ser: vontade, atitude, palavras e sentimentos devem coligar-se para alcançar o almejado estágio de que Deus é tudo para nós e que a ele, somente a ele, queremos render culto. Já que a adoração é uma expressão espiritual e demonstração de fé, só alcançamos êxito no culto quando o fazemos “em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Caso contrário será mera prática religiosa sem maiores conseqüências na vida do discípulo. Os nossos “Encontros de Celebração” devem oferecer esta adoração integral.
Que a gratidão a Deus por tudo o que tem feito por nós nos leve a adorá-lo de forma verdadeira e intensa. Vamos nos esforçar para tornar os PGs uma realidade abençoadora na vida de nossa querida IBP. Vamos estar empenhados em fazer de nossos Encontros de Celebração, lugar e momento de adoração verdadeira e intensa. Ah, você já declarou para o Pai, hoje: “Pai, eu pertenço a Ti!” Não?! Então o faça agora!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
O CULTO: COMUNICAÇÃO COLETIVA COM O SAGRADO

O ser humano é um ser em santificação. Obviamente, estamos nos referindo a quem já tenha sido alcançado pela graça salvadora de Cristo Jesus. Ou seja, já tendo sido salvo, ainda precisa trilhar a estrada do aperfeiçoamento espiritual, deixando para trás coisas velhas (2Co 5.17). A este processo de crescimento espiritual, chamamos de santificação.
Se na nossa comunicação com o Sagrado, Deus reverte toda a nossa incapacidade de expressão e transforma gemidos, gestos mal-esboçados e lágrimas em oração intercessória, atendendo-nos conforme a dispensação da sua graça e misericórdia e as nossas necessidades; na nossa comunicação com o Ele, que é mediada pela coletividade, precisamos de uma linguagem adequada, porque falamos a dois públicos distintos: Adoramos a Deus e comunicamos com o irmão de fé!
Daí que é preciso distinguir entre a adoração individual e a adoração coletiva. A forma como eu me porto diante de Deus no recôndito do meu lar (“entra no teu quarto e, fechando a porta” - Mt 6.6), não interessa a mais ninguém do que ao adorador e a Deus. É algo íntimo, pessoal! Mas, a forma como adoramos coletivamente, no Templo ou em quaisquer outras formas de culto comunitário (lares, empresas, ginásios, colégios) interessa a quem mais esteja aproximando-se para tentar expressar um esboço que seja de fé a um Deus de que tanto necessita para sua vida.
A individualidade, vestindo-se da virtude da humildade, deve despojar-se de qualquer interesse mesquinho, egoísta, para assumir o interesse comunitário da adoração coletiva, quando estão em ação expressões de fé não só de um indivíduo, mas de um povo que atende pelo nome de Povo de Deus. Assim sendo, é preciso haver muita sabedoria para que a forma individual de adoração não fira, constranja ou magoe a quem não possui a mesma forma de adorar.
Que Deus nos abençoe na busca e encontro de formas de expressão de fé que somem na adoração comunitária e levem a Igreja a uma harmonia de fé abençoadora.
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