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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
PAI, EU PERTENÇO A TI!
“Ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai...” (Lc 11.2a). Que bom quando podemos reconhecer em Deus um Pai querido. Não um pai qualquer, mas o Pai de Cristo que nos adota como filhos e nos torna pertencentes à sua família. Jesus Cristo divide conosco seu Pai e nos ensina a relacionarmo-nos com Ele, mostrando que quando orarmos, devemos fazê-lo chamando a Deus de Pai. Chamar a Deus de Pai é algo especial por alguns motivos:
1º) PERTENCER AO PAI NOS DÁ CONFORTO – Assim como precisamos de uma família na Terra e isto nos dá conforto para vários momentos da vida; pertencer a Deus, e tê-lo como Pai, nos assegura o conforto espiritual de que precisamos para a nossa vida terrena. O conforto da presença de alguém que nos assiste, que nos acaricia, que nos ama. Como é bom ter a Deus como Pai e poder expressarmo-nos dessa maneira, declarando de forma clara e contundente que é bom pertencer a um Pai presente, atuante, amável.
2º) PERTENCER AO PAI NOS DÁ SEGURANÇA – Outro aspecto muito reconfortante de pertencer a Deus é a segurança que dele advém. Quem está com o Pai está seguro. O Pai protege, ampara, cuida. Debaixo de sua proteção divina estamos realmente seguros. Não há o que temer vindo de onde for, quando for, e por quem for. Nosso Pai celeste propicia a segurança que nos dá condições de viver em paz. Seja espanto da noite ou surpresa do dia, qualquer situação pode ser enfrentada quando desfrutamos da segurança do Pai.
3º) PERTENCER AO PAI NOS DÁ SENTIDO DE VIDA – No meio de tanta gente perdida neste mundo, que não sabe o que está fazendo aqui; não tem noção de onde veio nem para onde vai, podemos ter razão de existência. Este sentido de vida é decorrente da idéia de pertencimento que temos quando nos sentimos acolhidos pelo Pai em sua família e desfrutamos da alegria da comunhão da família de Deus.
4º) PERTENCER AO PAI NOS DÁ ESPERANÇA DE FUTURO – Além de tudo que já vimos, pertencer ao Pai nos assegura um futuro de glória. A esperança cristã aponta para a vida eterna, para o futuro com Deus nos céus. Podemos viver o que for neste tempo presente que nossa morada o Pai assegura. Essa esperança de futuro não existe mais na vida de milhões de jovens que querem viver intensamente o presente sem preocupar-se com o amanhã. Nosso amanhã o Pai já preparou e é bom.
Que o Pai nos abençoe sempre e que saibamos manter esta relação de amor com Ele. Ah, você já declarou para ele hoje: “Pai, eu pertenço a Ti!” Não?! Então faça agora!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
COMPROMISSOS ESPIRITUAIS

Num mundo materialista como o nosso, mundo de resultados e de experiências, em que se tem que sentir, ver, tocar, experimentar - para crer, desejar, sonhar e realizar - os crentes somos chamados a assumir certos compromissos espirituais conosco mesmos.
Nesse mundo materialista, somos instados a valorizar posses, propriedades, aquisições, realizações, relacionamentos; em busca de vantagens, apreços e reconhecimentos que nem sempre fazem bem ao espírito, conquanto possam trazer algum conforto ao corpo.
Se nos postamos desavisados diante dos fatos da vida, somos tragados pela roda-gigante do mundo e quando vamos dar conta, estamos nos movimentando em altos e baixos, levados pela máquina do mundo e sem qualquer controle sobre nossas ações. E o pior: estamos rindo, às gargalhadas, das sensações amargas dos friozinhos na barriga, provocados pela insegurança do existir.
O primeiro compromisso que temos é com nosso Deus. O crente não pode trocar sua comunhão com Deus, por nada deste mundo (Sl 37.4,5; Mt 6.33). Quando começamos a nos animar com situações terrenas e a enxergar nelas desejos e realizações, acabamos por substituir Deus e sua presença marcante em nós por tais coisas e, à exemplo de Israel, nos afastamos de nosso Libertador, erigindo altares a deuses estranhos.
O segundo compromisso espiritual que temos é com a nossa família. Não podemos nos descuidar da espiritualidade em família. Educação é um conjunto de ações que não prescinde do exemplo e da moral. Educamos quando acordamos e damos o nosso primeiro passo. Educamos quando abrimos a boca e proferimos uma palavra. Educamos quando ligamos um aparelho de televisão e nos postamos diante de um programa. É preciso ter o zelo do Senhor a regular as nossas relações familiares.
O terceiro compromisso é com a Igreja de Deus. A Igreja foi instituída para ser bênção em nossas vidas. Quando dela nos afastamos, pomos em risco nossa fé, porque já comprometemos nossa comunhão. Se já é difícil ser crente e vencer o mundo estando na Igreja, muito mais fora dela.
Que possamos assumir estes compromissos espirituais em nossas vidas e permitirmos a ação de Deus em nós para uma vida vitoriosa.
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