quinta-feira, 12 de maio de 2011

PARA A GLÓRIA DE DEUS!



O grande poeta português, Fernando Pessoa, disse algo assim: “Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena!” Na nossa visão cristã, as coisas valem à pena quando estão submetidas à vontade de Deus. Dele mesmo temos aprendido que “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”.

“Almas pequenas” expressam a pequenez, a mentalidade tacanha, a falta de visão, o medo do novo, a recuada ante os desafios da vida, daqueles que preferem levar uma vida medíocre a ter que se aventurar pelos caminhos do desconhecido e do inusitado.

Certo é, porém, que quem assim se fecha, impõe para si certos limites, certos enquadramentos, que fazem com que sua vida não alce vôos mais altos, não alcance novos patamares e não veja a luz de um dia mais interessante, mais radiante, com novas esperanças e oportunidades.

Há até um ditado popular que assegura que “quem não arrisca, não petisca!” Ou seja, as conquistas são próprias de corações inquietos que estão sempre em busca de novos desafios e novos horizontes.

No plano espiritual, tudo o que fizermos neste mundo deve estar condicionado à glorificação de Deus, nosso Pai. Esta é a recomendação bíblica. O que fizermos, deve objetivar a exaltação do nome de Jesus Cristo (a quem toda língua confessará e todo joelho se dobrará) e a glorificação do nome de Deus.

Fazer qualquer coisa nesta vida para buscar a glória deste mundo é vaidade e morre na própria ação (como os hipócritas que ao orarem em pé, nas esquinas, recebiam no ato o próprio galardão). Mas nós, cristãos deste século, queremos a glorificação do nome de Deus e o governo de Cristo sobre todos. Daí que nos esmeramos em fazer o melhor para o Reino de Deus, sabedores de que nos aguarda algo muito melhor junto ao Pai.

Que Deus abençoe a nossa Igreja e que possamos fazer muitas coisas para honrar e glorificar o nome de Deus na terra. Coloque sua vida ainda mais no altar do Senhor.

O CULTO: COMUNICAÇÃO COLETIVA COM O SAGRADO



O ser humano é um ser em santificação. Obviamente, estamos nos referindo a quem já tenha sido alcançado pela graça salvadora de Cristo Jesus. Ou seja, já tendo sido salvo, ainda precisa trilhar a estrada do aperfeiçoamento espiritual, deixando para trás coisas velhas (2Co 5.17). A este processo de crescimento espiritual, chamamos de santificação.

Se na nossa comunicação com o Sagrado, Deus reverte toda a nossa incapacidade de expressão e transforma gemidos, gestos mal-esboçados e lágrimas em oração intercessória, atendendo-nos conforme a dispensação da sua graça e misericórdia e as nossas necessidades; na nossa comunicação com o Ele, que é mediada pela coletividade, precisamos de uma linguagem adequada, porque falamos a dois públicos distintos: Adoramos a Deus e comunicamos com o irmão de fé!

Daí que é preciso distinguir entre a adoração individual e a adoração coletiva. A forma como eu me porto diante de Deus no recôndito do meu lar (“entra no teu quarto e, fechando a porta” - Mt 6.6), não interessa a mais ninguém do que ao adorador e a Deus. É algo íntimo, pessoal! Mas, a forma como adoramos coletivamente, no Templo ou em quaisquer outras formas de culto comunitário (lares, empresas, ginásios, colégios) interessa a quem mais esteja aproximando-se para tentar expressar um esboço que seja de fé a um Deus de que tanto necessita para sua vida.

A individualidade, vestindo-se da virtude da humildade, deve despojar-se de qualquer interesse mesquinho, egoísta, para assumir o interesse comunitário da adoração coletiva, quando estão em ação expressões de fé não só de um indivíduo, mas de um povo que atende pelo nome de Povo de Deus. Assim sendo, é preciso haver muita sabedoria para que a forma individual de adoração não fira, constranja ou magoe a quem não possui a mesma forma de adorar.

Que Deus nos abençoe na busca e encontro de formas de expressão de fé que somem na adoração comunitária e levem a Igreja a uma harmonia de fé abençoadora.

COMPROMISSOS ESPIRITUAIS



Num mundo materialista como o nosso, mundo de resultados e de experiências, em que se tem que sentir, ver, tocar, experimentar - para crer, desejar, sonhar e realizar - os crentes somos chamados a assumir certos compromissos espirituais conosco mesmos.

Nesse mundo materialista, somos instados a valorizar posses, propriedades, aquisições, realizações, relacionamentos; em busca de vantagens, apreços e reconhecimentos que nem sempre fazem bem ao espírito, conquanto possam trazer algum conforto ao corpo.

Se nos postamos desavisados diante dos fatos da vida, somos tragados pela roda-gigante do mundo e quando vamos dar conta, estamos nos movimentando em altos e baixos, levados pela máquina do mundo e sem qualquer controle sobre nossas ações. E o pior: estamos rindo, às gargalhadas, das sensações amargas dos friozinhos na barriga, provocados pela insegurança do existir.

O primeiro compromisso que temos é com nosso Deus. O crente não pode trocar sua comunhão com Deus, por nada deste mundo (Sl 37.4,5; Mt 6.33). Quando começamos a nos animar com situações terrenas e a enxergar nelas desejos e realizações, acabamos por substituir Deus e sua presença marcante em nós por tais coisas e, à exemplo de Israel, nos afastamos de nosso Libertador, erigindo altares a deuses estranhos.

O segundo compromisso espiritual que temos é com a nossa família. Não podemos nos descuidar da espiritualidade em família. Educação é um conjunto de ações que não prescinde do exemplo e da moral. Educamos quando acordamos e damos o nosso primeiro passo. Educamos quando abrimos a boca e proferimos uma palavra. Educamos quando ligamos um aparelho de televisão e nos postamos diante de um programa. É preciso ter o zelo do Senhor a regular as nossas relações familiares.

O terceiro compromisso é com a Igreja de Deus. A Igreja foi instituída para ser bênção em nossas vidas. Quando dela nos afastamos, pomos em risco nossa fé, porque já comprometemos nossa comunhão. Se já é difícil ser crente e vencer o mundo estando na Igreja, muito mais fora dela.

Que possamos assumir estes compromissos espirituais em nossas vidas e permitirmos a ação de Deus em nós para uma vida vitoriosa.

domingo, 8 de maio de 2011

A DIFERENÇA ENTRE O MEMBRO DE IGREJA E O DISCÍPULO DE JESUS - 06



Todo discípulo é um membro da igreja, mas nem todo
membro de igreja é um discípulo de Jesus. Sabe porquê?

"O membro entrega parte de suas finanças;
o discípulo entrega toda a sua vida."


Este sexto princípio acerca do discipulado, trata da questão das finanças. Ele procura estabelecer o enfoque correto acerca dos bens e das posses. De quem somos? A quem pertence o que temos? Para que servem os bens que possuímos? Com que finalidade Deus coloca sob nossa administração valores? O que existe de melhor neste mundo? Quais riquezas vale a pena acumular?

Jesus advertiu seriamente sobre o cuidado para não se ocupar em guardar tesouros nesta vida, mas acumulá-los nos céus (Mt 6.19-21). Muitos há que passam a sua vida de forma atarefada e estressante, ocupados em angariar bens e multiplicar dinheiro, sem se dar conta de que nada do que angariarem neste mundo poderão levar para a eternidade. Muitos se enriquecem sem desfrutar do resultado do seu trabalho, repassando para filhos heranças que irão dilapidar sem remorso, pois não lhes custou o suor.

Apesar dessas experiências, há crentes que ainda não se deram conta do valor do Salmo 24, quando prega acerca do Senhorio de Deus sobre todas as coisas: "Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam." Recusam-se a serem liberais para a Igreja, generosos com o Reino, contribuintes de missões, colaboradores da causa social e sustentadores de projetos edificantes na Obra do Senhor.

Novamente vamos detectar um diferencial de motivação dentro da Igreja. O membro entrega parte de suas finanças para a Igreja: O dízimo, alguma oferta alçada, seja para missões ou um projeto de construção. Fazendo assim, acha que está fazendo muito. Mas o discípulo, além de disponibilizar os seus recursos para o Reino de Deus, doa-se para a Causa. Ele sabe que sua vida não lhe pertence, mas sim a Deus, por isso, entrega-se totalmente ao seu Criador.

Lembro da história de uma menina que estava sendo ensinada pelo pai a ser dizimista e, quando ganhou seu primeiro dinheirinho - uma nota de dez reais -, pediu para que o pai trocasse por notas de um real. Quando estava com o dinheiro trocado, pegou duas notas de um, e colocou no envelope de dízimo. O pai retrucou dizendo que ela havia errado. Mas ela disse que não. E perguntou: "Pai, mas o dízimo não é de Deus?" "Sim, minha filha!" "Pois eu estou devolvendo a Deus o que é dele e estou dando uma parte minha!" E acrescentou: "Eu quero fazer alguma coisa para o Reino de Deus. Se eu der só os dez por cento, não estou fazendo nada, apenas entregando a Deus aquilo que lhe pertence..."

Quantos crentes precisam aprender com esta menina... Aprender que se formos fiéis na entrega dos dízimos não estamos fazendo nada. Apenas devolvendo a Deus o que lhe pertence. Você quer ser um real participante da Obra de Deus? Você quer dar uma contribuição de valor para o crescimento da Igreja, a edificação de vidas, a salvação de almas e o sustento de missões? Então, coloque sua vida no altar de Deus e deixe-se tomar de liberalidade e amor cristão.

A diferença do membro de Igreja para o discípulo é que aquele faz as coisas por obrigação e por um sentimento vazio de amor. Mas este, o discípulo, sabe que tudo o que tem e é pertence a Deus e que toda a sua vida deve ser consagrada no altar do Mestre. Por isso que ele não só contribui para o sustento da Obra - e o faz de coração alegre, usufruindo da bem-aventurança daquele que é generoso -, mas entrega a própria vida, por sabê-la posse de seu Deus e quer gastá-la na Seara do Mestre.

Que Deus nos abençoe a não termos qualquer tipo de apego aos bens dessa vida, mas a nos despojarmos do que temos para consagrarmo-nos totalmente ao nosso Deus. Sejamos discípulos verdadeiros, honrando o chamado do Mestre.

Que para tanto, o Senhor nos abençoe!

A DIFERENÇA ENTRE O MEMBRO DE IGREJA E O DISCÍPULO DE JESUS - 05



Todo discípulo é um membro da igreja, mas nem todo
membro de igreja é um discípulo de Jesus. Sabe porquê?

"O membro gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo."

Este quinto princípio acerca do discipulado, volta a tratar da questão da motivação. A pergunta que está por trás deste princípio é: O que motiva o crente a fazer a Obra de Deus? Sabemos que o ser humano é movido a motivação. Com certeza, todos nós precisamos deste combustível para funcionar. A questão é se estamos usando a motivação certa para trabalharmos na Seara do Mestre.

Novamente vamos detectar um diferencial de motivação dentro da Igreja. Como o discípulo verdadeiro possui motivações corretas, concluímos que muito dos problemas encontrados nas igrejas tem a ver com membros, que simplesmente cumprem sua função domingueira sem vivenciarem a verdadeira vida discipular.

"Gostar de elogios" talvez não seja o problema maior. Afinal de contas quem não gosta?! A própria Psicologia trata, com destaque, da importância do elogio na motivação de um funcionário, por exemplo. A questão se complica, quando se depende dos elogios para sobreviver como pessoa e como cristão. Ou seja, tornar-se um viciado, um dependente de elogios.

Crente que é movido a elogios ainda não compreendeu o significado pleno da Graça. Precisa voltar a freqüentar os primeiros passos da fé, quando se busca objetivamente o conhecimento do Sagrado e se abre, de coração sincero, para a experiência da fé, tal qual criança que se maravilha com o afago dos céus. Paulo ouviu de Deus o que precisava ouvir: "A minha graça te basta!" Quem precisa de algo mais?

Se muitas vezes o indivíduo que é tão somente um mero membro de igreja, freqüentador de cultos, depende de elogios para sobreviver espiritualmente; o discípulo verdadeiro, aquele que compreende todas as implicações de se viver debaixo da graça de Deus, dependente de seu amor e sob sua proteção, cumprindo a missão que lhe foi confiada, este, almeja, com todas as forças de sua fé, o sacrifício vivo do culto e do serviço cristão que agrada a Deus.

Foi o Apóstolo Paulo quem disse: Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Rm 12.1). O discípulo se apresenta como voluntário da fé para fazer a Obra de Deus. E o faz na consciência de que está apresentando um sacrifício vivo, verdadeiro, sincero, do mais profundo da alma, como oferta ao Deus de amor que tudo faz por ele.

A atuação do discípulo em prol do crescimento e da expansão do Reino de Deus na terra, é decorrente de sacrifício como oferta voluntária a um Deus de amor que tem feito tanto por nós que nunca chegaremos a fazer tudo o que seria razoável para expressar um pouco de gratidão. O sacrifício do discípulo, além de ser vivo (lembre-se que há muita gente disposta a morrer por Cristo, mas o que ele quer mesmo é que vivamos por ele...), também é santo e agradável a Deus.

O trabalho do discípulo é uma dedicação honesta ao Deus de amor que o salvou. Ele não depende de nada mais. Ele simplesmente compreende que o mínimo que pode oferecer ao Deus que o resgatou é uma vida de serviço cristão, na experiência de uma vida discipuladora e abençoada.

Que Deus nos abençoe a não dependermos de elogios para sobreviver espiritualmente, e que sejamos discípulos verdadeiros, honrando o chamado do Mestre.

Que para tanto, o Senhor nos abençoe!

A DIFERENÇA ENTRE O MEMBRO DE IGREJA E O DISCÍPULO DE JESUS - 04



Todo discípulo é um membro da igreja, mas nem todo
membro de igreja é um discípulo de Jesus. Sabe porquê?

"O membro depende dos afagos de seu pastor;
o discípulo está determinado a servir a Deus."


Neste quarto princípio acerca do discipulado, iremos trabalhar a idéia subjacente ao serviço cristão: O que motiva um crente a fazer a Obra de Deus? Será que precisamos de estímulos humanos ou exteriores para a realização da missão que a nós foi confiada? Ou devemos, tão-somente, deixar-nos mover por motivações interiores, espirituais, provenientes da própria comunhão com Deus? Vale a pena analisar tais questionamentos, visto que encontramos diferentes modos de se perceber esta realidade.

Um membro normal de Igreja, habitué contumaz de certos modismos evangélicos, pode, ao longo de sua carreira eclesiástica, perder a noção do Evangelho e seu valor. A rotina da vida religiosa pode levá-lo a tornar-se frio, improdutivo, árido, na expressão de sua fé. Daí, a passar a realizar atividades religiosas para a busca de apreciação pessoal, promoção individual ou vaidade própria, é um passo. Vencer a tentação de ser visto e reconhecido pelos homens é engrossar as fileiras dos que buscam a pureza e a integridade do Evangelho (Mt 6.2).

Infelizmente, muitos membros de Igreja criam uma total dependência de "bajulação pastoral" para realizarem a Obra que, em primeira e última instância, seria da competência de cada um e de todos os cristãos realizarem, sem necessidade outra que não do impulso dado pelo amor de Cristo (2Co 5.14). Ou seja, precisamos ser mais vibrantes e entusiastas da Obra do Senhor, independentes de reconhecimento humano.

Daí, a diferença muitas vezes existente entre um membro de Igreja que tem por interesse trabalhar para conseguir os aplausos dos homens, do discípulo verdadeiro que quer obter tão somente a aprovação de seu Mestre. A determinação do discípulo é prestar um serviço cristão que seja do agrado de Deus. Como diz o hino sacro: "No serviço do meu Rei eu sou feliz!" O discípulo encontra sua satisfação no próprio serviço à Deus. A recompensa do discípulo está no seu Senhor, a quem ele procura agradar de todo o coração, à semelhança do salmista que declarou: "Deleita-te também no Senhor e ele te concederá o que deseja o seu coração" (Sl 37.4).

Com certeza quem procura agradar aos homens, já ganhou o seu galardão, a sua recompensa, que é esse reconhecimento das pessoas, essa vanglória mundana. O discípulo trabalha com dedicação na Obra do Mestre, cumpre o seu dever, regozija-se em estar sendo útil na Obra e ressente-se de não poder fazer ainda mais para o seu Senhor. Sua alegria é ver vidas sendo restauradas, pessoas sendo edificadas e almas sendo resgatadas das trevas. Está feliz no serviço de Deus e tem como anelo a aprovação do Mestre.

Que Deus nos abençoe a sermos discípulos verdadeiros que procuram honrar o seu chamado e satisfazem-se na Obra do Mestre.

Que para tanto, o Senhor nos abençoe!

A DIFERENÇA ENTRE O MEMBRO DE IGREJA E O DISCÍPULO DE JESUS - 03



Todo discípulo é um membro da igreja, mas nem todo
membro de igreja é um discípulo de Jesus. Sabe porquê?

"O membro se ganha; o discípulo se faz."

Neste terceiro princípio acerca do discipulado, vamos destacar a forma como se origina um discípulo. Queremos ver valores que estão por trás da origem e formação do discípulo.

Como muitas igrejas, em não raros casos, estão preocupadas com a ampliação de sua membresia, tal investimento, por si só, acaba tornando-se motivo de enfraquecimento da Igreja como um todo.

Não há nenhum mal intrínseco no fato de se buscar o crescimento - a expansão faz parte da proposta de crescimento da Igreja - o problema é quando se quer crescer a qualquer custo, de qualquer maneira.

Membros se ganham no atacadão da fé. Para tanto, basta um pouco mais de esforço evangelístico, um atrativo, uma boa programação musical, a oferta pura e simples dos periféricos da fé, tais como: simpatia, qualidade patrimonial, amizades, confraternização, eventos. Então, membro se conquista pela oferta de serviços religiosos de qualidade, na prateleira de escolha da multiplicidade religiosa de nossos dias.

Agora, discípulo é outra coisa. Discípulo verdadeiro - aquele que reproduz em sua vida o exemplo de Cristo -, este não se ganha; se faz. Discípulo se faz. Discípulo se constrói. É preciso esforço. É preciso empenho. É preciso dedicação. É preciso vontade.

Para se fazer um discípulo, faz-se necessário todo o investimento que o discípulo que o antecedeu pode fazer para tal tarefa. Aprendemos então que discípulo é feito por discípulo. "Queres formar um discípulo? Torne-te um deles!" Ser discípulo acontece primeiramente em nós. É a partir de cada um, que se formam discípulos sadios.

A boa formação de discípulos depende do grau de relacionamento que cada discípulo-discipulador tem com seu Mestre. O relacionamento sadio entre discípulo e Mestre será objeto de atenção e imitação por parte dos novos discípulos.

Daí vamos aprender que fazer discípulos também é uma arte: A arte daqueles que se apaixonaram por Jesus e vivem de lapidar vidas para que elas reproduzam o caráter do Salvador. Isso exige dedicação, amor, empenho. Para se construir um discípulo é preciso atenção voltada para a grande missão que é tal empreitada. Discípulos se fazem através do exemplo. Os futuros nunca serão melhores do que os atuais, pois discipulado é acima de tudo reprodução de um estilo de vida. Somos, então, responsáveis pela vivência fiel do Evangelho para que através de nós sejam feitos verdadeiros discípulos de Jesus Cristo que o amam e, com dedicação, testemunham de sua vida.

Que Deus nos abençoe no cumprimento desta tarefa tão envolvente de fazer discípulos, pois foi isto que Jesus nos ensinou: "Ide, fazei discípulos de todas as nações...".

Que para tanto, o Senhor nos abençoe!